O governo federal apresentou uma proposta para ampliar as faixas de renda do programa Minha Casa Minha Vida. A medida foi encaminhada ao Grupo de Apoio Permanente (GAP), que assessora o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.
Se aprovada, a mudança permitirá que mais famílias brasileiras tenham acesso ao financiamento habitacional com condições facilitadas, incluindo juros menores e prazos mais longos.
Como ficariam as novas faixas de renda
A proposta prevê a ampliação do limite de renda em todas as categorias do programa:
- Faixa 1: de R$ 2.850 para R$ 3.200
- Faixa 2: de R$ 4.700 para R$ 5.000
- Faixa 3: de R$ 8.600 para R$ 9.600
- Faixa 4: de R$ 12.000 para R$ 13.000
Na prática, isso significa que famílias que hoje estão fora do programa podem passar a ter direito ao benefício, além de permitir que algumas pessoas migrem para faixas com juros mais baixos.
Impacto no financiamento imobiliário
A ampliação das faixas deve aumentar o número de beneficiários do programa habitacional, o que exigirá um aporte extra de recursos do FGTS para manter o financiamento das moradias.
Especialistas apontam que a medida também pode estimular o mercado imobiliário, especialmente na construção de habitações populares.
Quando a proposta pode ser aprovada?
A proposta ainda precisa ser analisada pelo Conselho Curador do FGTS, formado por representantes do governo, empregadores e trabalhadores.
A próxima reunião do colegiado está marcada para 24 de março, quando a ampliação das faixas poderá ser discutida e votada.
Caso seja aprovada, as novas regras poderão ampliar significativamente o acesso à casa própria no Brasil.







